30 doces fritos portugueses
Massas levedadas, moldadas ou recheadas, fritas e acabadas com açúcar, canela, mel ou calda.
A fritura ocupa um lugar central no calendário doce português. No Natal aparecem filhós, sonhos, coscorões e azevias; no Carnaval ganham força malassadas e outras massas de festa; no verão, a bola de Berlim tornou-se inseparável das praias.
A família varia entre massas líquidas, massas de pão, purés de abóbora ou batata e pastéis recheados. Açúcar e canela são o acabamento mais comum, mas mel, caldas e recheios de ovos criam tradições regionais muito diferentes.
Quatro portas de entrada
Ícone português Bola de Berlim
A bola dourada que percorre as praias de Portugal ao grito de 'olha a bolinha!'.
De Norte a Sul
Ícone português Filhós
A fritura do Natal: massa esticada, óleo a estalar e açúcar com canela.
De Norte a Sul
Ícone português Malassadas
A fritura do Carnaval açoriano: massa lêveda, óleo a estalar e açúcar a colar nos dedos.
Açores
Ícone português Azevias
Meias-luas fritas e estaladiças, recheadas de grão ou batata-doce com canela.
Alentejo30 doces fritos portugueses
Abra cada ficha para consultar origem, ingredientes, sabor, história, variações, época, onde provar e fontes.
Ícone português Bilharacos
Bolinhos natalícios de abóbora frita, frutos secos, açúcar e canela.
Norte
Ícone português Bolinhos de Abóbora
Fritos natalícios macios de abóbora jerimum, aguardente, açúcar e canela.
Norte
Ícone português Clarinhas de Fão
A meia-lua dourada que fez de Fão sinónimo de doçura.
Norte
Ícone português Donas-Velhas
Um nome de doce que a memória guarda, mas que os livros não confirmam.
Norte
Ícone português Filhoses de Penedono
Fritos festivos de massa levedada, achatados à mão e passados por açúcar.
Norte
Ícone português Fitas de Carpinteiro de Cesar
Fita de massa frita em espiral, estaladiça como uma apara de plaina e recheada de doce de ovos.
Norte
Ícone português Rabanada à Poveira
Um pão bijou inteiro, aparado, ensopado em leite aromático e frito até parecer um sonho.
Norte
Ícone português Rabanadas à Moda de Paiva
Fatias grossas de pão cacete, embebidas em calda de limão e canela, passadas por ovo e fritas.
Norte
Ícone português Bolas de Sabugueiro
Cachos de flor de sabugueiro mergulhados em polme e fritos, perfumados a fim de primavera.
Trás-os-Montes
Ícone português Esquecidos
Tão demorados de bater que o nome veio de quem se esquecia a fazê-los.
Trás-os-Montes
Ícone português Pitos de Santa Luzia
O embrulho de massa com doce de abóbora que se oferece no dia de Santa Luzia.
Trás-os-Montes
Ícone português Rabanadas com Mel de Barroso
Pequenas rabanadas fritas, servidas quentes numa calda escura de mel de urze do Barroso.
Trás-os-Montes
Ícone português Azevias de Peniche
Meias-luas fritas de massa fina com um recheio doce e cremoso de grão, amêndoa e gema.
Centro
Ícone português Cascoréis da Guarda
Discos fritos, ocos e cheios de bolhas, envolvidos em açúcar e canela.
Centro
Ícone português Nógados de Vila Velha de Ródão
Cordões dourados de massa frita, embebidos em mel e perfumados a canela.
Centro
Ícone português Pantufas de Vila Velha de Ródão
Almofadinhas fritas de batata, douradas e ensopadas em mel.
Centro
Ícone português Tibornas
A cúpula de massapão dos banquetes do Paço Ducal de Vila Viçosa.
Centro
Ícone português Pastéis de Peniche
Um recheio dourado de gema e amêndoa, frito à beira-mar e polvilhado de açúcar e canela.
Oeste
Ícone português Azevias
Meias-luas fritas e estaladiças, recheadas de grão ou batata-doce com canela.
Alentejo
Ícone português Coscorões
Fitas de massa fritas até estalarem, polvilhadas de açúcar e canela ou regadas de mel.
Alentejo
Ícone português Filhós de Cabrela
Filhós alentejana de massa fina, recortada e enrolada em fitas estaladiças.
Alentejo
Ícone português Filhós Enrolada do Alentejo
Tiras finas de massa fritas em espiral e vidradas com calda de açúcar ou mel.
Alentejo
Ícone português Fritos de Aljezur
Fritos de batata-doce, dourados e cobertos com calda de açúcar ou mel local.
Algarve
Ícone português Pastéis de Batata-Doce de Aljezur
Meias-luas fritas com recheio de batata-doce de Aljezur, canela e citrinos.
Algarve
Ícone português Fofas do Faial
O sopro doce do Carnaval faialense, oco por dentro e a transbordar creme de limão.
Açores
Ícone português Malassadas
A fritura do Carnaval açoriano: massa lêveda, óleo a estalar e açúcar a colar nos dedos.
Açores
Ícone português Bola de Berlim
A bola dourada que percorre as praias de Portugal ao grito de 'olha a bolinha!'.
De Norte a Sul
Ícone português Filhós
A fritura do Natal: massa esticada, óleo a estalar e açúcar com canela.
De Norte a Sul
Ícone português Rabanadas
Pão dormido que renasce em ouro, ovo e canela na noite da consoada.
De Norte a Sul
Ícone português Sonhos
Bolinhas ocas e fofas, fritas até dourar e rebuçadas em açúcar e canela.
De Norte a SulPerguntas sobre esta família
O que são fritos?
Massas levedadas, moldadas ou recheadas, fritas e acabadas com açúcar, canela, mel ou calda.
Quantos doces há nesta categoria?
O catálogo reúne 30 especialidades nesta família. Cada ficha inclui origem, ingredientes, sabor, história, variações, época, onde provar e fontes.
Por onde devo começar?
Uma primeira seleção inclui Bola de Berlim, Filhós, Malassadas, Azevias. A coleção completa abaixo mostra também especialidades locais menos conhecidas.