26 doces portugueses de fruta e mel
Compotas, marmeladas, pastas, frutos secos recheados e confeitos em que fruta, mosto ou mel definem a identidade do doce.
Antes da refrigeração, açúcar, mel e cozedura lenta prolongavam a vida das colheitas. Marmeladas e compotas concentravam fruta; o arroubo reduzia mosto e frutos sem açúcar acrescentado; figos secos, amêndoas e pinhões transformavam excedentes em doces transportáveis.
Esta família atravessa o território: a Marmelada Branca de Odivelas conserva memória conventual, as Ameixas de Elvas preservam fruta inteira em calda, a reinetada valoriza a maçã de Colares e a doçaria algarvia molda figo e amêndoa em queijos, estrelas e pequenos confeitos.
Quatro portas de entrada
Reinetada de Colares
Produto concentrado de maçã Reineta de Colares, com fórmula não publicada.
SintraMarmelada Branca de Odivelas IGP
Marmelada conventual quase branca, de corte firme e protegida por IGP.
LisboaAmeixas de Elvas
Rainha-Cláudia Verde protegida em fresco, passa ou confitada — a versão doce exige pelo menos sete dias de confitagem lenta.
AlentejoArroubo
Mosto reduzido lentamente — sozinho como xarope ou com fruta como uvada — num vocabulário que varia entre fontes e localidades.
Lisboa26 doces portugueses de fruta e mel
Abra cada ficha para consultar origem, ingredientes, sabor, história, variações, época, onde provar e fontes.
Ferreirinhas da Régua
Chila, passas, amêndoa e pinhão perfumados com Porto sob uma fina capa de chocolate.
NorteCompota de Maçã Bravo de Esmolfe
A maçã autóctone e intensamente perfumada da Beira Alta transformada numa compota dourada com canela.
CentroDoce de Ginja
Ginjas descaroçadas apuradas com açúcar até formarem um doce rubi, vivo e agridoce.
OesteReinetada de Colares
Produto concentrado de maçã Reineta de Colares, com fórmula não publicada.
SintraArroubo
Mosto reduzido lentamente — sozinho como xarope ou com fruta como uvada — num vocabulário que varia entre fontes e localidades.
LisboaChatas de Cascais
Barquinhos de massa fina com pera Rocha, amêndoa, algas e vinho de Carcavelos.
LisboaMarmelada Branca de Odivelas IGP
Marmelada conventual quase branca, de corte firme e protegida por IGP.
LisboaÁgua-mel
A água que recupera o mel dos favos depois da extração, filtrada e reduzida durante horas até 70–77 °Brix.
AlentejoAlcomonias
Rolão torrado, mel e pinhão tendidos e cortados em losangos.
AlentejoAmeixas de Elvas
Rainha-Cláudia Verde protegida em fresco, passa ou confitada — a versão doce exige pelo menos sete dias de confitagem lenta.
AlentejoPinhoada de Alcácer do Sal
Mel e pinhão de Alcácer estendidos numa placa fina, cortada em losangos e protegida por dobras de papel.
AlentejoDoce de Laranja do Algarve
Laranja algarvia, polpa, sumo e finas tiras de casca concentrados numa compota solar e agridoce.
AlgarveEstrelas de Figo
Dois figos secos abertos em estrela, presos com amêndoas e torrados.
AlgarveFigos Cheios
Figo seco inteiro, recheado com amêndoa, açúcar, chocolate e especiarias, depois torrado.
AlgarveGeleia de Medronho
Medronho, água e açúcar numa geleia estudada pela Universidade do Algarve.
AlgarveMorgado de Figo
Figo seco e amêndoa torrados, ligados com açúcar e chocolate e moldados em forma de queijo ou noutras figuras.
AlgarveQueijinhos de Figo de Silves
Pequenos doces moldados de figo seco e amêndoa, distintos do Queijo de Figo.
AlgarveQueijo de Figo
Não tem queijo: é figo seco e amêndoa, prensados numa roda escura.
AlgarveDoce de Tomate de Capucho
Compota açoriana de capucho, uma baga dourada também chamada rebuçado.
AçoresDoce de Abóbora com Noz
Abóbora e açúcar cozidos em doce, com noz acrescentada antes do enchimento.
De Norte a SulDoce de Figo
Figos maduros apurados com açúcar, limão e canela até formarem uma compota escura, granulada e aromática.
De Norte a SulDoce de Tomate
Tomate maduro, açúcar e canela transformados numa compota rubi, brilhante e surpreendentemente frutada.
De Norte a SulGeleia de Marmelo
Uma geleia translúcida, rubi e brilhante feita com a água rica em pectina das cascas e caroços do marmelo.
De Norte a SulMaçãs Assadas
Maçãs descaroçadas e assadas inteiras com açúcar e um líquido aromático.
De Norte a SulMarmelada Portuguesa
Marmelo e açúcar apurados lentamente até formarem uma pasta rubi, firme e cortável.
De Norte a SulPêras Bêbedas
Peras inteiras cozidas suavemente em vinho tinto, açúcar e especiarias.
De Norte a SulPerguntas sobre esta família
O que são doces de fruta & mel?
Compotas, marmeladas, pastas, frutos secos recheados e confeitos em que fruta, mosto ou mel definem a identidade do doce.
Quantos doces há nesta categoria?
O catálogo reúne 26 especialidades nesta família. Cada ficha inclui origem, ingredientes, sabor, história, variações, época, onde provar e fontes.
Por onde devo começar?
Uma primeira seleção inclui Reinetada de Colares, Marmelada Branca de Odivelas IGP, Ameixas de Elvas, Arroubo. A coleção completa abaixo mostra também especialidades locais menos conhecidas.