Babá
Também conhecido por: Babá au Rhum · Baba ao Rum · Babá com Chantilly
Massa lêveda embebida em xarope de rum, aberta para um remoinho de chantilly.
- Origem
- Pastelaria centro-europeia e francesa, integrada nas confeitarias portuguesas
- Região
- Portugal
- Época
- Todo o ano
O Babá de montra portuguesa é um bolo lêvedo de miolo muito poroso, cozido frequentemente em forma de anel baixo e embebido até ficar brilhante com xarope aromatizado por rum. O centro recebe uma roseta generosa de chantilly; algumas casas colocam sobre ela uma pequena tampa da mesma massa.
A textura correta não é a de pão seco nem de bolo frito: o miolo deve absorver muito líquido sem colapsar. O papel de pastelaria contém o xarope e o chantilly equilibra o álcool e a doçura.
- Massa lêveda de Babá
- Xarope de açúcar
- Rum
- Chantilly
Muito húmido, doce e aromático, com notas quentes de rum e uma espuma láctea e fresca de chantilly.
Pode ser anel, cilindro ou pequena coroa; a quantidade de rum varia. Fruta fresca ou em calda aparece em versões internacionais, mas a referência portuguesa de balcão é simples com chantilly.
A histórica Versailles, em Lisboa, inclui Babá na seleção. A Pastelaria Suíça reaberta também recebeu menções recentes à peça com chantilly. Confirme a produção do dia.
Café expresso, sem acrescentar açúcar.
A narrativa clássica atribui o Babá a Estanislau Leszczyński, rei deposto da Polónia e duque da Lorena no século XVIII, que teria embebido kugelhopf e ligado o nome a Ali Babá. É uma história repetida, mas contém elementos lendários e não constitui prova documental de uma invenção individual.
O que está bem estabelecido é a circulação pela pastelaria francesa e a entrada no repertório português. A Versailles de Lisboa lista Babá entre os bolos e avaliações recentes da Pastelaria Suíça ainda mencionam Babá com chantilly.
Fontes: fabricoproprio.net · please.com.pt · tripadvisor.pt