Isabelinhas
Também conhecido por: Pastéis Isabelinhas
Dois discos de massa folhada, fechados à volta de um creme leve de gemas e leite.
- Origem
- Pastelaria portuguesa · presença documentada em diferentes regiões
- Região
- Portugal
- Época
- Todo o ano
As Isabelinhas são pastéis redondos construídos com dois discos de massa folhada. No centro leva-se um creme cozido de gemas, açúcar, farinha e leite; as bordas são humedecidas, fechadas com os dentes de um garfo e a superfície recebe clara e açúcar antes de ir ao forno.
Durante a cozedura, grande parte do creme é absorvida pelas folhas interiores. O resultado não é uma bolsa cheia de creme, mas um folhado dourado, ligeiramente húmido no centro, com uma camada doce integrada na massa.
- Massa folhada
- Gemas
- Açúcar
- Farinha de trigo
- Leite gordo
- Clara para pincelar
- Açúcar para polvilhar
Folhado amanteigado e estaladiço por fora, com um centro macio de creme de gema e leite e uma crosta fina de açúcar.
A espessura dos discos, a quantidade de creme e o açúcar da superfície variam. A forma documentada é redonda, composta por duas rodelas fechadas com garfo.
Procure em pastelarias portuguesas de fabrico próprio. A disponibilidade é local e irregular, pelo que o nome pode não aparecer em todas as regiões.
Café expresso, meia de leite ou chá preto.
A bibliografia popular de cozinha apresenta as Isabelinhas entre os doces conventuais, mas as fontes consultadas não identificam um convento fundador nem uma data de criação; essa atribuição deve, por isso, ser lida com cautela.
O nome circula na pastelaria portuguesa para além de uma única localidade. Há registo de venda numa pastelaria de Setúbal em 2019, e o Município de Barcelos incluiu Isabelinhas entre as suas candidaturas às 7 Maravilhas Doces de Portugal, na categoria de inovação. Em conjunto, estas referências sustentam uma identidade de pastel reconhecível, mas não uma origem geográfica exclusiva.
Fontes: saborintenso.com · cm-barcelos.pt · newinsetubal.nit.pt · gazetarural.com