Mémé do Cego
Também conhecido por: Mémé · Mémé do Cego de Azeitão
Ninho de massa filo com requeijão de ovelha e doce de ovos.
- Origem
- Vila Nogueira de Azeitão · Setúbal
- Região
- Vila Nogueira de Azeitão · Setúbal
- Época
- Todo o ano, sujeito à produção da casa
O Mémé do Cego reúne três texturas numa pequena forma de papel: folhas finíssimas de massa filo, um recheio suave de requeijão de ovelha e uma coroa abundante de doce de ovos. A massa forma um ninho irregular e quebradiço; o requeijão traz frescura láctea; e o creme amarelo-alaranjado dá brilho, doçura e untuosidade.
A especialidade é uma criação contemporânea da Pastelaria Regional Cego. Não deve ser confundida com queijadas de Azeitão nem apresentada como receita conventual antiga: a sua identidade está precisamente na combinação moderna de ingredientes profundamente ligados à região.
- massa filo
- requeijão de ovelha
- gemas
- açúcar
Crocante e lácteo, com o contraste entre o requeijão fresco e a doçura intensa do creme de ovos.
A proporção de requeijão e doce de ovos pode variar, mas o ninho de filo e os dois recheios definem a especialidade.
Na Pastelaria Regional Cego, em Vila Nogueira de Azeitão; convém confirmar a disponibilidade antes da visita.
Café sem açúcar ou Moscatel de Setúbal fresco.
José Augusto Pinto criou o Mémé na Pastelaria Regional Cego, a histórica casa de Vila Nogueira fundada em 1901. O nome imita o balido da ovelha e chama a atenção para o requeijão usado no recheio. Em 2019, o Mémé do Cego foi nomeado às 7 Maravilhas Doces de Portugal na categoria Doces de Inovação, reconhecimento adequado a uma receita recente que prolonga a tradição da casa sem fingir antiguidade.
Fontes: andarilho.pt · newinsetubal.nit.pt · inspiresetubal.monarqa.com · caruspinus.pt