Nº 410 Bolo Conde de Alcáçovas
Doçaria Conventual · Alentejo

Bolo Conde de Alcáçovas

Também conhecido por: Bolo Conde · Conde d’Alcáçovas · Bolo do Conde de Alcáçovas

Bolo de amêndoa, gila e ovos sob uma montanha de merengue tostado.

Origem
Alcáçovas · Viana do Alentejo
Localidade
Alcáçovas · Viana do Alentejo
Região
Alentejo
Época
Todo o ano · mostras de doçaria
Evidência
Bem documentado
Doçura
Riqueza
Dificuldade

O Bolo Conde de Alcáçovas assenta num pequeno bolo húmido de amêndoa moída, doce de gila, açúcar, ovos e gemas. Por cima ergue-se uma cobertura abundante de merengue aplicada às colheradas, formando uma massa alta e irregular que ganha pontas douradas no forno.

Ao repousar, a calda libertada pelo merengue penetra no bolo e acentua a textura húmida do miolo.

Ingredientes
  • amêndoa moída
  • doce de gila
  • açúcar
  • ovos
  • gemas
  • claras
  • farinha em algumas receitas
Sabor & textura

Muito doce, húmido e amendoadado, com fios de gila e merengue leve de pontas tostadas.

Variações

Versões contemporâneas podem acrescentar doce de ovos e fios de ovos entre o bolo e o merengue.

Onde provar

Em Alcáçovas e na Mostra de Doçaria de Viana do Alentejo.

Acompanha bem com

Café curto ou licor de poejo.

História

Apresentado como ex-líbris doce de Alcáçovas, o bolo é a figura central da Mostra de Doçaria organizada no concelho de Viana do Alentejo desde 2000. A composição de amêndoa, gila e ovos inscreve-o na matriz conventual alentejana, embora a sua identidade atual esteja ligada à vila.

Receita relacionada Bolo Conde de Alcáçovas — receita de Margarida Ilhéu Ver receita →
Base documental

Bem documentado

4 fontes

Identidade sustentada por fontes institucionais, especializadas ou concordantes.

  1. cm-vianadoalentejo.pt/wp-content/uploads/2025/03/124-BMVA-WEB.pdf (abre numa nova janela)
  2. casamariavitoria.com/doces/ (abre numa nova janela)
  3. alcacovas.blogs.sapo.pt/765293.html (abre numa nova janela)
  4. 24kitchen.pt/receita/bolo-do-conde-de-alcacovas (abre numa nova janela)
Como avaliamos as fontes e a incerteza →