Nº 432 Granadas de Vendas Novas
Bolos & Pães Doces · Alentejo

Granadas de Vendas Novas

Também conhecido por: Granadas · Doces Granadas de Vendas Novas

O doce de gemas, coco e pinhão moldado à imagem da tradição artilheira de Vendas Novas.

Origem
Vendas Novas · Alentejo
Região
Vendas Novas
Época
Todo o ano · sujeito a encomenda
Doçura
Riqueza
Dificuldade

As Granadas são pequenos bolos artesanais de Vendas Novas, reconhecíveis pela forma alongada criada num cunho próprio e inspirada numa granada de artilharia. A ficha oficial da DGADR fixa-lhes cerca de 9 cm de comprimento, 4 cm de largura, 2,5 cm de altura e 50 g de peso.

A massa leva farinha, margarina e ovos; o recheio dourado combina gemas, açúcar e coco, com pinhões visíveis no topo. O resultado junta uma caixa de massa firme a um interior húmido, rico e intensamente doce.

A fotografia desta página é uma interpretação editorial original baseada na imagem e nas características publicadas pelo Município de Vendas Novas e pela DGADR. Mantém a forma alongada, o recheio cor de gema e os pinhões documentados, sem pretender reproduzir o cunho registado do produtor.

Ingredientes
  • Farinha
  • Margarina
  • Ovos e gemas
  • Açúcar
  • Coco
  • Pinhão
Sabor & textura

Doce e rico em gema, com coco húmido, pinhão delicado e o contraste de uma caixa de massa firme.

Variações

O formato depende de um cunho específico e a receita comercial é uma marca registada. Imitações sem a forma, o coco ou o pinhão característicos não representam necessariamente o doce de José Marques.

Onde provar

O Município indicou em dezembro de 2025 o fabrico exclusivo de José Marques na Rua General Caula, 10, em Vendas Novas, por encomenda. Confirme diretamente a disponibilidade antes da deslocação; a marca também participa em eventos de pastelaria.

Acompanha bem com

Café expresso, chá preto ou um vinho licoroso do Alentejo.

História

José Marques criou as Granadas em 1972, ligando o doce à presença militar que marca Vendas Novas. Durante décadas foram uma especialidade da antiga Pastelaria Império e tornaram-se parte da memória local.

Depois de um período sem produção, o criador retomou o fabrico em 2025 com o apoio da família. O boletim municipal documentou o regresso à Rua General Caula e a primeira venda pública no Mercadinho de Natal; a presença posterior da marca em iniciativas nacionais de pastelaria confirma a continuidade da recuperação.

Fontes: tradicional.dgadr.gov.pt · cm-vendasnovas.pt · cm-vendasnovas.pt · magazineahresp.com · eubrdialogues.com